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Tudo é justo no Amor e na Propaganda...

terça-feira, 13 de outubro de 2009
      Ontem eu tive o prazer de assistir Volta Meu Amor (Lover Come Back - 1959), estrelando Rock Hudson e Doris Day no TCM (E legendado! Que benção!), onde Jerry Webster, executivo de uma grande empresa de publicidade de New York, através de métodos pouco ortodoxos, consegue o contrato das Ceras Miller no lugar de Carol Templeton, jovem publicitária de uma empresa concorrente.

Após o advento, na tentativa de escapar das acusações de Carol Templeton, Jerry forja o comercial de um produto imaginário chamado VIP, onde Rebel Davis, uma das garotas que participava de suas noitadas e que fora chamada como testemunha pelo Conselho, iria participar. Com a novidade na boca do povo, Jerry se vê obrigado a procurar por Dr. Linus Tyler, ganhador do Prêmio Nobel de Química, agora em dificuldades financeiras, a quem pede que crie o tal produto.
Ao saber do acontecido, Carol contrata um detetive e avisada pelo mesmo de que Jerry havia ido ao laboratório do famoso químico, decide ir até lá. Pouco antes dela chegar, Dr. Tyler retira-se por alguns minutos, de modo que, ao entrar no local, Carol se apresenta a Jerry, acreditando estar diante do cientista. O trapaceiro aproveita-se da situação para obter o máximo de informações dela.
Daí em diante, fazendo-se passar por um homem inexperiente com mulheres, ele a explora ao dizer que o Sr. Webster prometera levá-lo a restaurantes, cabarés, etc.
O desenrolar da situação eu prefiro não revelar, então só me resta dizer que diferente de Não Me Mande Flores (Send Me No Flowers - 1964), outro filme estrelando a dupla, Volta Meu amor é  para aqueles que gostam de uma comédia despretensiosa e agradabilíssima.
Comecei assistir o filme sozinha e quando terminei, já estavam em minha companhia a minha mãe e meu pai, que gostaram da película tanto quanto eu -a última vez que isso aconteceu foi quando assistimos a Entre Dois Amores (Out of Africa - 1985), um dos meus tearjerkers favoritos! 

A ameaça tripla - parte 1.

domingo, 11 de outubro de 2009
          Do episódio de A Ameaça Tripla - parte 01, quero apresentar-lhes  o resultado do encontro de três excelências do mundo cinematográfico: Blake Edwards encontra Julie Andrews, que encontra Henry Mancini (o primeiro é o querido diretor de Bonequinha de Luxo; a segunda é minha diva; e o terceiro, um brilhante criador de identidade musical  de filmes como A Pantera Cor-de-Rosa - 1964)
          O encontro dessas três forças (re)ocorre em  1982, no musical Victor Victoria, onde Blake Edwards propõe como autor e diretor do filme, a história de uma mulher que finge ser um homem que finge ser uma mulher.
           Vencedor do prêmio da Academia de 1983 por melhor Trilha Sonora, Henry Mancini se destaca em um dos seus últimos trabalhos,  pela honestidade da letra de Crazy World e pela melodia levemente melancólica que acompanha a mesma, e que, através da performance de Julie Andrews, fica eternizada na história do cinema.



Crazy world,
full of crazy contradictions like a child
First you drive me wild, and then, you win my heart with your wicked art
One minute tender, gentle, then temperamental as a summer storm
Just when I believe your heart's getting warmer
You're cold and you're cruel and I like a fool try to cope, try to hang on to hope.
Crazy world, every day the same old roller coaster ride;
But I've got my pride, I won't give in, even though I know I'll never win;
Oh, how I love this crazy world.